10 de Maio de 2016

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publicado por Santos Vaz às 10:01

29 de Março de 2016

http://www.campopequeno.com/tauromaquia/noticia/entrevista-joao-salgueiro-nem-durmo-a-pensar-neste-dia

 

Vontade e ambição constituem os objectivos que têm norteado a já longa carreira do cavaleiro João Salgueiro. Uma carreira onde os objectivos são sonhados, amadurecidos e transpostos para a arena da vida e para a arena das praças, onde o seu toureio tem marcado presença desde que se apresentou em público, pela primeira vez, a 31 de 
Agosto de 1985, com apenas 17 anos de idade, em Salvaterra de Magos. Após um interregno de cerca de dois anos, Salgueiro marca encontro com os aficionados no próximo dia 14 de Abril, no Campo Pequeno, na corrida de inauguração do abono de 2016.


"Nem durmo a pensar neste dia. E não é por medo do toiro, mas antes pela responsabilidade de não defraudar nem o público nem a história tauromáquica da minha família. Não tenho medo físico, antes tenho enorme confiança nas minhas capacidades e nas das pessoas que me rodeiam e, claro, dos cavalos que tenho à minha disposição". 

Neste estado de espírito, Salgueiro fala também com entusiasmo dos oito cavalos com que conta para esta corrida, 6 deles debutantes, e nos quais deposita também a maior confiança. Para já, João Salgueiro tem apenas o compromisso da corrida de 14 de Abril, no Campo Pequeno. "Depois se verá se faço mais alguma corrida e, caso o venha a fazer, será mesmo pontualmente. Isso está bem claro na minha cabeça. Não dependo do que possa vir a passar-se no Campo Pequeno pois eu vou lá para estar bem, para marcar a diferença e para marcar a minha carreira pela positiva".

"Vou ao Campo Pequeno, por entender que são a corrida e a praça certas para tourear. É na justamente considerada a "Catedral Mundial do Toureio a Cavalo. É uma praça talismã na minha carreira", acrescenta.

Enquanto cavaleiro tauromáquico, João Salgueiro considera-se um criador de emoções, um transmissor de sentimentos. "Quando toureio sinto uma felicidade inenarrável, sentimento esse que procuro partilhar com o público. O toureio é confronto homem-toiro na arena mas é também um poderoso transmissor de emoções e sentimentos aos espectadores. Eu sou um privilegiado por conseguir viver e transmitir ao público esses momentos e essas sensações e por, em paralelo, sentir que esse mesmo público me reconhece e retribui".

Sabe que a sua forma de interpretar o toureio a cavalo não é consensual, situação que diz não o preocupar e relembra que "Cristo também não foi consensual e, por isso, foi crucificado". No seu conceito de toureio a cavalo, este é tanto mais puro e verdadeiro quanto mais se aproximar do toureio a pé. Aceita a trilogia belmontista de "Parar, Mandar e Templar", mas Salgueiro parece adaptá-la ao seu conceito pessoal ao substituir o "Mandar" por "Presuadir". E expressa-o nos seguintes termos: "É preciso que o toiro sinta vontade de vir pelo caminho que eu lhe indico pois só vejo duas maneiras de atingir o centro da sorte: ou pela velocidade, ou pelo domínio da investida do toiro. E é esta 'segunda via' aquela em que assenta o meu toureio. O meu toureio baseia-se em dar distância no cite, cadência à viagem, respeitando os cânones da dressage e parar no centro da sorte". 

Falando sobre o toiro, refere que, "hoje em dia confunde-se um bocado o toiro que "passa" com o toiro que investe. Eu gosto do toiro nobre e com mobilidade, o toiro que acomete de praça-a-praça". Já quanto ao tipo de cavalos de tourear, recorda os bons resultados obtidos com os produtos da coudelaria de seu avô, Dr. Fernando Salgueiro, cavalos cruzados de Lusitano, Inglês e Árabe.

João Salgueiro é bisneto, neto e filho de cavaleiros tauromáquicos, mas as ligações de familiares seus ao toureio a cavalo remontam, pelo menos, ao século XVII. Sobre os seus antepassados mais próximos, João relembra o seu trisavô, João Inácio Salgueiro da Costa (ganadero), o bisavô Carlos Salgueiro da Costa, que foi cavaleiro amador, o seu avô, Dr. Fernando Salgueiro e seu pai, Fernando Andrade Salgueiro, ambos profissionais. A continuidade dinástica parece estar assegurada por seu filho, João Salgueiro da Costa, ao momento cavaleiro praticante.

Falando de seu avô, recorda-o como "uma pessoa extremamente introvertida, mas um génio. Da sua formação veterinária lhe advinha um jeito natural para lidar com animais. Fez uma ganadaria e uma coudelaria exemplares e foi um grande criador de galgos. Como equitador…não é por ser seu neto, mas foi o melhor equitador que conheci. Ensinou-me as bases do seu toureio e eu não consegui chegar-lhe aos calcanhares…". De seu pai, recorda a grande sensibilidade artística como cavaleiro tauromáquico e, claro, como equitador.

João Salgueiro fez a sua prova de praticante a 24 de Maio de 1986, na Moita do Ribatejo e tomou alternativa a 29 de Maio de 1988, em Almeirim, num cartel de luxo,que contou com a participação de seu avô (padrinho da cerimónia) e seu pai, como testemunha de honra. Completaram o cartel os cavaleiros João Moura, Paulo Caetano e Joaquim Bastinhas, já nesse tempo primeiríssimas figuras do toureio, e os grupos de forcados amadores de Santarém e de Montemor, tendo sido lidados toiros da Condessa de Sobral.

publicado por Santos Vaz às 17:02

13 de Fevereiro de 2016

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12.II.2016

 

Benfica - Porto

publicado por Santos Vaz às 16:55

05 de Fevereiro de 2016

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publicado por Santos Vaz às 09:45

15 de Dezembro de 2015

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Cartoon de André Carrilho inserido no Artigo de Lucília Tiago " O que ainda pode fazer para poupar na factura de IRS".

http://www.dn.pt/dinheiro/interior/o-que-ainda-pode-fazer-para-poupar-na-fatura-do-irs-4928368.html

publicado por Santos Vaz às 10:53

29 de Outubro de 2015

http://rr.sapo.pt/noticia/38008/parlamento_europeu_aprova_fim_financiamento_as_touradas


http://www.tsf.pt/sociedade/interior/parlamento-europeu-acaba-com-subsidios-para-touros-de-morte-4860304.html

 

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publicado por Santos Vaz às 12:03

15 de Outubro de 2015

 

 

http://veterinariostaurinos.blogspot.pt/2015/10/los-24-privilegios-del-toro-de-lidia.html

publicado por Santos Vaz às 12:34

30 de Abril de 2015

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publicado por Santos Vaz às 14:26

11 de Abril de 2014

Al ganadero de Galapagar le hace especial ilusión recibir la Medalla de Oro a las Bellas Artes por su dilatada y ejemplar trayectoria

 

El ganadero Victorino Martín Andrés, al que recientemente se le ha concedido la Medalla de Oro a las Bellas Artes por su dilatada y ejemplar trayectoria, considera que para recibir este tipo de reconocimientos «se debe respetar la Fiesta por encima de todo y no jugar con mentiras».

Hombre veterano y de fieles ideales, amante del campo y, sobre todo, del toro bravo, poseedor de una mirada sincera en la que se refleja la plenitud de una vida dedicada a un modelo de animal que él mismo buscó e instauró en los años cincuenta y que permanece intacto a día de hoy, de palabra clara y directa, y trato entrañable, santo y seña de la cabaña brava.

«Mi trabajo ha sido constante. Nunca he buscado alterar mi tipo de toro ni refrescar la ganadería con otros encastes. Jamás se me ha pasado por la cabeza, pues soy fiel a mis principios, y a los de la Fiesta, cuya integridad hay que defender desde su principal protagonista», señaló el propio Victorino en una entrevista concedida a Efe en una de sus fincas extremeñas, la de Monteviejo. Finca en la que se encuentra su museo, una estancia en la que se respira historia viva por la cantidad de premios que allí se hallan, reconocimientos del aficionado y de las principales ferias de España, y en cuyas vitrinas ya hay un hueco preparado para el último y más importante galardón: la Medalla de Oro a las Bellas Artes.

«Es el colofón perfecto a una vida entregada en cuerpo y alma al toro de lidia, un éxito muy grande con el que se me reconoce a mí como persona pero, sobre todo, al trabajo de más de 50 años como ganadero», reconoció.

Un premio que le hace también «especial ilusión» por lo que significa que la clase política «empiece a comprometerse de verdad con la Fiesta», y también por ser el primer ganadero en recibir una condecoración dedicada exclusivamente, hasta la fecha, a toreros. «Es un valor añadido, sin duda, pues ya era hora de que se reconozca también el trabajo del ganadero, que al fin y al cabo somos los artífices de la creación del gran protagonista del espectáculo: el toro. Sin él no habría toreros ni Fiesta», confesó Martín, que también es Extremeño de HOY.

Cambiando diametralmente de tercio, durante la entrevista Victorino hace también una valoración personal de la «alarmante» situación actual de la Fiesta, «adulterada», según sus palabras, por culpa de las «comodidades» de los toreros y de los «continuos engaños» al aficionado.

«Está todo muy mal montado. Se intenta equivocar al aficionado con corridas de toros que no son tales, y además los toreros de hoy buscan un astado cómodo, facilón, muy alejado de lo que debería ser el toro bravo, exigente y emocionante, ese que todo buen aficionado quiere ver en la plaza», enfatizó el ganadero de Galapagar.

«Para que la fiesta perviva hay que amarla y respetarla -continuó-, empezando por el toro, su bravura e integridad, y después los toreros deberían hacer lo que se ha hecho toda la vida, es decir, matar encastes de todo tipo; el mismo Domingo Ortega tomó la alternativa con mis toros (anunciados con el hierro original de Juliana Calvo) en Barcelona».

Ponerse delante de los siempre temidos «victorinos» no es tarea fácil, hay que tener «muchas cualidades para exponer delante de ellos y ponerse muy de verdad», lo que el propio ganadero califica: «el toreo de toda la vida».

«De los últimos años El Cid ha sido de los que mejor han entendido mis toros; e históricamente recuerdo a Ruiz Miguel, Paco Camino o Andrés Vázquez, entre otros que ahora mismo no me vienen a la cabeza... será la edad», confesó entre risas.

Sus plazas predilectas son Bilbao, Sevilla y, por encima de todas, Madrid, escenario en el que los «victorinos» han hecho historia, sobre todo con aquella Corrida del Siglo del año 82, y, esa misma temporada, con el indulto del toro 'Velador'.

Con la concesión de la Medalla de Oro a las Bellas Artes y, el todavía más reciente galardón a la Promoción y Fomento de la Tauromaquia de la Unión de Federaciones Taurinas de España se pone la guinda a la historia de una casa ganadera sin igual, por eso, al preguntarle «¿qué más le puede pedir a la vida?» contesta con un elocuente: «con quedarme como estoy ya me vale».

 

in http://www.hoy.es/v/20140407/toros/fiesta-esta-adulterada-culpa-20140407.html

publicado por Santos Vaz às 15:23

12 de Fevereiro de 2014

publicado por Santos Vaz às 21:47

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