24 de Julho de 2009

Foi inaugurada recentemente a estátua de Chicuelo, na Alameda de Hércules em Sevilha.

A escultura, de três metros de altura, foi fundida em bronze pelo escultor Alberto Germán Franco e representa Chicuelo a fazer uma. No pedestal foram esculpidos outros passes característicos do matador.

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CHICUELINA. Usado en principio en el toreo cómico o bufo, fue, como su nombre indica, el maestro Chicuelo, que le dio dignidad de toreo serio. Es un pase por delante, que se da generalmente en el centro del ruedo, aunque hoy día se da en cualquier terreno. El torero queda quieto, con la capa tapándole completamente, y cuando el toro llega a jurisdicción se baja totalmente una mano mientras la otra permanece en alto sosteniendo el otro extremo del capote, y gira el cuerpo sobre sí mismo al pasar el toro, envolviéndose en la tela, saliendo por el lado contrario al toro. Antiguamente se daba este pase para llevar al toro hacia el centro del ruedo desde los afueras, repitiendo el mata-dor el lance por un lado y por el otro, caminando

siempre, y en el centro recortaba con una revolera, serpentina o por navarras.

Fonte: Sábios del Toreo

publicado por Santos Vaz às 21:03

21 de Julho de 2009

 

“ - O verdadeiro patriotismo, talvez – disse ele – seria, em lugar de corridas, fazer uma boa tourada.

Dâmaso levou as mãos à cabeça. Uma tourada! Então o Sr. Afonso da Maia, um inglês!...

- Um simples beirão, Sr. Salcede, um simples beirão, e que faz gosto nisso; se habitei Inglaterra é que o meu rei, que era então me pôs fora do meu país... Pois é verdade, tenho esse fraco português, prefiro toiros. Cada raça possui o seu sport próprio, e o nosso é o toiro: o toiro com muito sol, ar de dia santo, água fresca e foguetes... Mas sabe o Sr. Salcede qual a vantagem da tourada? É ser uma grande escola de força, de coragem e de destreza... Em Portugal não há instituição que tenha importância igual à tourada de curiosos. E acredite uma coisa: é que se nesta triste geração morderna ainda há em Lisboa uns rapazes com um certo músculo, a espinha direita, e capazes de dar um bom soco, deve-se isso ao toiro e à tourada de curiosos...

O marquês entusiasmadíssimo bateu palmas. Aquilo é que era falar! Aquilo é que era dar a filosofia do toiro! Está claro que a tourada era uma grande educação física! E ainda havia uns imbecis que falavam em acabar com os toiros! Oh! Estúpidos, acabais então com a coragem portuguesa!...

(…)

- Tirem a tourada, e não ficam senão badamecos derramados da espinha, a melarem-se pelo Chiado!

(…)

- O quê, o toiro? Está claro! O toiro devia ser neste país como o ensino é lá fora: gratuíto e obrigatório.”


 

publicado por Santos Vaz às 13:20

07 de Julho de 2009

             

publicado por Santos Vaz às 11:50

No vocabulário taurino, a palavra temple é uma das mais usadas. Enquanto conceito, é também muito discutido. Diz-se muitas vezes que o temple consiste em ajustar o movimento do engano – capote ou muleta – à velocidade da investida do touro. Será isso, mas não apenas isso.
Um dicionário de língua espanhola diz-nos que templar significa «temperar», «moderar», «suavizar», «amenizar». Quem templa, ameniza ou modera qualquer coisa. No caso do toureio, a investida do cornúpeto. O toureiro que templa suaviza, molda o ímpeto do touro, tornando a lide possível. Como se diz muitas vezes, ensina-o a investir. E como se consegue isso? Em primeiro lugar, e aqui entra o que acima se referiu, ajustando a deslocação da muleta ao movimento do touro, evitando os indesejáveis enganchones. Mas é óbvio que isso é insuficiente para lhe templar, moderar ou suavizar a investida. Para tal, o toureiro deve ministrar os passes que o adversário requer. Deve dar-lhe mais ou menos passes ‘de castigo’, ter atenção à altura a que coloca o engano, à circularidade do passe, etc.. E tudo isto deve ser feito de acordo com as regras: o diestro deve citar, embarcar o adversário no engano, correr a mão, rematar e deixar o touro pronto para outro passe.
Intimamente ligado com o temple, temos o mando. Sem templar não se manda e sem mandar não se templa. E uma e outra coisa não se conseguem sem parar o touro. Parar, templar e mandar são os três vértices inseparáveis do triângulo do toureio.

 

Alberto Franco, in afestamaisculta.blogspot.com

 

publicado por Santos Vaz às 11:50

Cavalos, Toiros e Toureiros, os melhores são os primeiros.

publicado por Santos Vaz às 10:13

Rui Salvador começou muito jovem, com apenas 11 anos, no já longínquo ano de 1976, na Barquinha. Estreou-se no Campo Pequeno no Carnaval de 1977, ano que fica também marcado pela sua estreia internacional, como cavaleiro amador, na cidade francesa de Nîmes, a 3 de Setembro, saldando-se essa actuação por uma triunfal saída em ombros.



Culminando uma triunfal carreira como amador, surgiu a 19 de Abril de 1981, em Tomar, a prova para cavaleiro praticante e três anos depois (9 de Agosto de 1984) abre-se o cenário do Campo Pequeno para a cerimónia de alternativa, enquadrada por duas figuras de época: José Mestre Batista (Padrinho) e João Moura (Testemunha). Completaram o cartel os forcados amadores de Montemor e de Lisboa, com toiros de João Moura. Apontado como uma das maiores esperanças do toureio a cavalo, hoje em dia alcançou, por mérito próprio, um lugar cimeiro no panorama equestre-tauromáquico português. Cavaleiro versátil, entrega-se de alma e coração em cada lide. Nos primeiros anos de carreira fazia levantar os espectadores das bancadas com os seus fulgurantes ferros curtos a quiebro. Actualmente, o seu toureio ganhou uma feição mais templada, mas a garra, a determinação e a ânsia de superação em cada ferro, permanecem inalteradas. Determinação e querer são duas das palavras que melhor definem a forma de estar na arena deste Arquitecto que, desde menino, assumiu a sua paixão pelo toureio a cavalo.

 

Fonte: Campo Pequeno, Gabinete de Relações Públicas

publicado por Santos Vaz às 10:13

 

A corrida de rojões de San Fermin fica marcada por um enorme triunfo de Pablo, por duas colhidas de Sérgio Galan e por uma meritória prestação de João Salgueiro que só não triunfou por ter estado mal a matar.

Pablo Hermoso de Mendonza deu uma verdadeira lição de toureio a cavalo tendo cortado três orelhas e um rabo. Depois de uma primeira lide com alguns percalços, dos quais resultaram feiros dois cavalos, Sérgio Galán cortou duas orelhas ao sexto da tarde, tendo assim acompanhado Pablo na saída em ombros.

João Salgueiro teve duas lides seguras e correctas, suportadas no seu estilo clássico mas comunicativo, mas falhou em ambas as lides com o rojão de morte, tendo ficado privado de troféus.

 

publicado por Santos Vaz às 10:13

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