29 de Janeiro de 2013
publicado por Santos Vaz às 22:09

27 de Janeiro de 2013

 

En la mañana de la corrida se visitan los corrales de la plaza de toros donde se celebra la corrida, para sortear los toros que serán lidiados por la tarde  (suelen asistir los banderilleros o algún miembro de la cuadrilla de los matadores, en definitiva alguien de confianza) y delante de la autoridad se lleva a cabo el sorteo. El procedimiento es el siguiente: los toros se enlotan para sortearlos, se seleccionan las reses y dos sombreros de los mayorales, donde se introducen unas papeletas con el número de los toros y el orden de antigüedad de los toreros. los representantes de los matadores van sacando las papeletas y se van repartiendo los lotes.

El banderillero u hombre de confianza se dirige acto seguido al hotel y le comunica al matador el lote que le ha tocado. Se prepara la ropa. Una vez vestido de luces, el maestro y su cuadrilla, se dirigen a la plaza para realizar la corrida.

La corrida consta de cuatro partes esenciales.

Después del paseíllo:

1. Se torea con el capote. (Tercio de capa)

2. Se pica al toro. (Tercio de varas)

3. Tercio de banderillas.

4. Toreo de muleta y muerte a espada del toro.

Cuando sale el toro el matador con el capote,  mide la nobleza y bravura y lo pone en suerte de vara (picar), que es donde entra la actuación del picador.

A continuación, se da paso al tercio de banderillas, en la que intervienen los subalternos (hay tres, dos ponen banderillas y otro ayuda a la lidia con el capote.)

El último tercio es la muleta y la espada para finalizar la faena y entrar a matar.

Por último, una vez finalizada la lidia del toro, a petición del público se deciden los trofeos dados por el presidente de la corrida. En función de cómo se haya desarrollado la faena y la transmisión de la misma, el matador puede conseguir los siguientes trofeos (ovación, vuelta al ruedo, 1 oreja, 2 orejas, las 2 orejas y el rabo y la salida a hombros.)

En cuanto a las mejores ferias y plazas de España, cabe destacar entre otras  la de Abril de Sevilla, San Isidro de Madrid, la Falla deValencia, San Fermín de Pamplona,  la Feria de Bilbao y la Feria de Málaga.

Las mejores plazas de España para el torero son: Sevilla, Madrid, Valencia y Málaga.

El que triunfa en Sevilla y Madrid tiene las puertas abiertas tanto para las mejores plazas nacionales como para las plazas que están fuera de España.

 

in http://queaprendemoshoy.com/composicion-y-y-nociones-basicas-de-una-tarde-de-toros/

publicado por Santos Vaz às 21:08

24 de Janeiro de 2013
Duarte Pinto - Monumental de Santarém

03VI2012

publicado por Santos Vaz às 20:12

23 de Janeiro de 2013

A ministra Assunção Cristas foi confrontada pelo Bloco de Esquerda, com o facto do nome de alguns ganaderos constarem na lista de subsídios geridos pelo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas. A resposta, foi clara!

 

 

No mês passado, a deputada bloquista Helena Pinto, confrontou a ministra Assunção Cristas com uma lista de apoios financeiros aos criadores de toiros de lide e questionou-a sobre "os fins a que se destinam os apoios estatais concedidos a criadores de bovinos para fins tauromáquicos" e "se o Ministério considera rever a sua política de apoios públicos à tourada, nomeadamente no que se refere à criação de toiros".

 

A resposta de Assunção Cristas chegou-lhes esta semana e justificou os subsídios com os "critérios de elegibilidade das raças autóctones" e que "os animais machos não usufruem de qualquer apoio directo". O gabinete da Ministra garantiu ainda que "não existem apoios públicos para fins tauromáquicos, mas sim, regimes de apoio directo ao sector animal, nomeadamente o prémio por vaca em aleitamento e o pagamento complementar à manutenção de raças autóctones, bem como uma medida de apoio aos produtores pecuários de raças autóctones".

 

Segundo o Ministério, para além do "Prémio por vaca em aleitamento", o Governo concede o "Prémio complementar à manutenção de raças autóctones" que "é atribuído às fêmeas de raças autóctones - Alentejana, Mertolenga e Brava de Lide, que a 1 de junho sejam exploradas em linha pura, estejam inscritas no Livro de Adultos como reprodutoras da raça, tenham parido nos 18 meses anteriores, e cujo parto seja uma cria inscrita no Livro Genealógico". Além destas duas modalidades, os criadores podem também concorrer à "Medida de apoio aos produtores pecuários de raças autóctones ameaçadas de extinção", que incluem as restantes raças bovinas, como a "Algarvia, Arouquesa, Barrosã, Cachena, Garvonesa/Chamusca, Jarmelista, Marinhoa, Maronesa, Minhota, Mirandesa e Preta".

 

"Não existe qualquer apoio que seja atribuído especificamente aos touros de lide, dado que, por um lado, os animais machos não usufruem de qualquer apoio directo e, por outro lado, a raça brava de lide não recebe qualquer apoio que a diferencie das outras raças autóctones", conclui a resposta do Governo ao requerimento apresentado pelo Bloco de Esquerda.  

 

Fica assim desmascarado mais um mito criado pelos anti-taurinos: os ganaderos de toiros de lide recebem subsídios sim, mas com o mesmo direito que outros criadores de gado bovino também o recebem. 


in http://www.naturales-tauromaquia.com/noticias/3180-cristas-esclarece-teimosia-dos-antis

publicado por Santos Vaz às 21:30

22 de Janeiro de 2013

Os anti-taurinos em França foram proibidos de se manifestarem nos arredores das praças de toiros.

As garantias foram dadas hoje pelo Ministério do Interior Francês aos representantes das cidades e vilas taurinas e ao observatório nacional das culturas taurinas.

A medida é tomada porque segundo as autoridades a radicalização dos protestos dos anti-taurinos se tem vindo a extremar e podem perturbar a ordem pública.
 

Relembramos que o Tribunal Constitucional se pronunciou sobre a Festa dos Toiros em França, considerando que a mesma é legal e faz parte da tradição Francesa, nos lugares em que se tem mantido ao longo dos anos.



in: http://www.naturales-tauromaquia.com/noticias/3176-novamente-franca-da-o-exemplo


Esperemos que o bom senso alastre e chegue a Portugal

publicado por Santos Vaz às 19:53

18 de Janeiro de 2013

O animalismo e os seus perigos

 

Vou, agora que o ambiente serenou um pouco, voltar ao caso do cão que matou a criança. Não para o discutir, mas para falar do que ele revela. O abaixo-assinado para impedir o abate do Zico não tem grande importância? Ele, propriamente dito, não a terá, por isso não merece que se perca mais tempo com o assunto. Mas o que ele revela é bastante importante. E fala-nos de uma civilização desnorteada.

Sou um relativista. Ou seja, reconheço que os valores pelos quais nos regemos são construções culturais e históricas. E sou capaz de tentar compreender e contextualizar, mesmo que não os aceite, valores bem diferentes porque foram construídos em contextos diferentes. Mas, como relativista, até relativizo o meu relativismo. E posso reconhecer que ele tem riscos importantes. O mais importante: desfoca de adquiridos morais que, não sendo universais, são resultado de uma tradição histórica. Não desfoca apenas da tradição conservadora que justifica a desigualdade e a crueldade entre humanos. Desfoca da tradição progressista. Desfoca até do iluminismo.

Nessa tradição, reconhecemos em todos os humanos direitos fundamentais. Esses direitos não dependem das qualidades ou defeitos de cada humano individualmente considerado. São iguais para Mahatma Gandhi e para Adolf Hitler, para Nelson Mandela e Anders Breivik. Porque se justificam na condição humana, partilhada pelos piores e pelos melhores, única forma de serem aplicáveis de forma não discricionária. De todos esses direitos, o mais importante é, seguramente, o direito à vida. Que se baseia neste postulado simples: nenhum humano tem o direito a tirar a vida a outro com a exceção de em conflito com essa interdição estar a proteção da vida de outro humano.

O direito à vida não é inato. Na realidade, como prezas potenciais, a natureza não dá a nenhum animal, nem mesmo os humanos, o direito de viver até ao limite das suas capacidades biológicas. Ele foi determinado pelos humanos para os humanos. E o que explica este adquirido civilizacional, que infelizmente está longe de ser universal, é a absoluta excecionalidade que atribuímos à vida humana. E isso resulta da nossa cultura humanista.

O homem atribuiu (foi ele que atribui) muito recentemente direitos aos animais. Na realidade, como escreveu Henrique Monteiro , tratam-se de deveres dos humanos para com os animais. Assim como tem deveres para com o Planeta. Mesmo em relação aos animais, eles são necessariamente diferenciados para animais sencientes e não sencientes, mamíferos e restantes, domésticos e selvagens, o cão ou o parasita que o incomoda. E, mesmo dentro das mesmas categorias, não tratamos da mesma forma um gato e uma vaca. Na realidade, se prestarmos atenção, esta estratificação baseia-se, não por acaso, na proximidade emocional ou biológica que o animal tem em relação a nós. Ou seja, continuamos a ser nós, para nós próprios, a medida de todas as coisas. Pelo contrário, não estratificamos os humanos nos seus direitos e deveres. Com uma única exceção: damos às nossas crias, que estão mais indefesas e ainda não receberam o legado moral para distinguirem o bem do mal, o justo do injusto, o certo do errado, muito mais direitos do que deveres.

Resumindo: os direitos dos animais não são uma antecâmara dos direitos dos humanos. Estão num outro patamar, porque assumimos que os próprios sujeitos desses direitos não nos são comparáveis. Apesar de, do meu ponto de vista, estarem errados nos principais pressupostos, mesmo autores mais empenhados, como Peter Singer, têm o cuidado de tentar não criar uma confusão absoluta entre conceitos incomparáveis.

Voltemos então aos defensores do Zico. O "animalismo" ou "anti-especismo" renega todas as base do humanismo, que assume a excecionalidade da condição humana, capaz de fazer uso da sua liberdade. E essas bases partem de um pressuposto: há, entre os humanos, um pacto de fraternidade. E esse pacto resulta da convicção de que partilhamos a mesma condição na terra. Ele é, por natureza, impossível de ser partilhado por espécies que não sejam, nem possam vir a ser, dotadas de consciência moral e ética. Ou seja, dotadas de uma extraordinária capacidade: a do uso consciente da liberdade.

Renegar a excecionalidade do homem é renegar todas as conquistas civilizacionais fundamentais. Quem pensa que, tal como antes se aceitava a escravatura, como resultado de uma desigualdade ontológica entre seres humanos, hoje aceita o "antropocentrismo", não podia estar mais enganado na causa e consequência das coisas. Foi por atribuirmos à vida de todos os seres humanos um estatuto absolutamente excepcional que a escravatura nos pareceu inaceitável. Exatamente porque se assumiu que o homem tem a potencialidade irrepetível de ser livre. Ao colocar as relações humanas no mesmo patamar que as relações com os animais a escravatura torna-se aceitável, porque desprezamos essa excecionalidade que a liberdade humana nos confere. Se eu sou dono de cães e de gatos, numa relação necessariamente desigual - e que só pode funcionar se for desigual -, porque raio não hei de ser dono de pessoas? Se eu mato animais para me alimentar, porque raio não hei de matar seres humanos para garantir a minha subsistência?

O que realmente me assusta é que este fenómeno essencialmente urbano de humanização dos animais (que só pode resultar de uma crescente distância em relação à natureza, que perdeu a consciência de que os humanos, como os restantes animais, vivem num meio que lhes é hostil), parecendo apenas uma mera excentricidade, ganhou dimensões que desconhecíamos. No caso do último abaixo-assinado, a que aderiram mais de 70 mil pessoas, vimos até políticos de tradição marxista a, por convicção ou mero sentido de oportunidade, assinar um documento que, sem o saber, é perigosíssimo do ponto de vista filosófico. E esta tentação de abarcar todas as causas pode bem levar as correntes políticas que têm no humanismo a sua principal origem a abandonarem as bases filosóficas fundamentais para os seus principais combates: que todos os homens devem ser iguais em direitos e deveres. Porque, caros amigos, os animais, e contra isso nada podemos fazer, nunca o serão. Falta-lhes a cultura e a história. Falta-lhes, para ironizar um pouco, a revolução francesa.


in http://expresso.sapo.pt/o-animalismo-e-os-seus-perigos=f780114

publicado por Santos Vaz às 10:56

17 de Janeiro de 2013

in fb, autor não identificado

 

publicado por Santos Vaz às 19:03

13 de Janeiro de 2013

Tremendo ¡¡¡ZASSS!!! en toda la boca a los antitaurinos...

El Congreso español comenzará a debatir la declaración como Bien de Interés Cultural (BIC) de la Fiesta de los Toros el 5 de marzo... La declaración está apoyada por más de 600.000 seiscientas mil firmas de taurinos, recogidas para elevar la ILP, (Iniciativa Legislativa Popular).

La Comisión de Cultura del Congreso de los Diputados comenzará a debatir el próximo 5 de marzo la Iniciativa Legislativa Popular (ILP) por la que se insta al Gobierno a declarar la Fiesta de los Toros como Bien de Interés Cultural en todo el Estado Español. El primer paso fue la admisión a trámite de esta ILP promovida desde Cataluña y desde su Federación de Entidades Taurinas (FETC). Ahora es turno para el debate en la Cámara Baja, que comenzará a principios de marzo y que podrá durar un máximo de dos meses. El siguiente paso será mandar la ILP al Senado, después devolverla al Congreso y, finalmente y en caso de ser favorable –lo que es presumible dada la mayoría protaurina-, declarar los toros BIC en España.

Próxima parada: 5 de marzo. Así lo ha dado a conocer la FETC este mismo sábado 12 de enero. Pedro López Becerra, abogado y tesorero de la Asociación Nacional de Presidentes de Plazas de Toros (ANPTE) valora este segundo paso como “el nuevo arranque de una iniciativa taurina que hará de 2013 un año muy bueno para la Tauromaquia, con muchos reveses para el movimiento antitaurino”. Continúa diciendo que “esta declaración, como la reciente de la Comunidad de Madrid, da argumentos al Tribunal Constitucional para que decida a favor del recurso presentado por el Partido Popular en contra de la decisión de prohibir los toros en Cataluña”, opina el abogado.

Si la Fiesta de los Toros es declarada BIC, ¿volverán los toros a Cataluña? “Este blindaje de la Fiesta lo será en toda España por lo que de manera implícita supone la derogación de cualquier ley que vaya en contra pues con esta protección se insta al fomento de los toros y a que se remuevan los obstáculos en contra de ellos por parte de cualquier poder en todo el país. Otra cosa es cómo vaya a actuar el Parlament de Cataluña y el presidente Artur Mas pues no sería la primera vez que no reconocieran dictámenes y leyes de ámbito nacional en esa Comunidad Autónoma”, reflexiona el abogado.

Continúa diciendo que “hay que estar preparado para sortear los obstáculos que puedan poner desde Cataluña. Se verán tentados de recurrir el asunto, demorando todo y dificultando la celebración de corridas de toros este año en Barcelona. No obstante, estoy convencido de que al final no les quedará más salida que dar toros allí”. La comunidad taurina agradece hondamente todos los esfuerzos de aquellas personas que de manera desinteresada y activa han enarbolado la bandera del taurinismo en España y que, salvo contratiempo, acabarán saliéndose con la suya, que es la nuestra: que haya toros en toda España.

 

 

in fb - https://www.facebook.com/pages/SI-AL-ARTE-DE-LA-TAUROMAQUIA/438248875014

 

publicado por Santos Vaz às 18:53

10 de Janeiro de 2013

Mandam as regras que um animal doméstico que se demonstre perigoso ao ponto de pôr em risco a vida humana tem de ser abatido. Um cão de uma raça perigosa matou uma criança de 18 meses. Foi decidido o seu abate. 11 mil pessoas assinaram uma petição para impedir uma decisão de evidente bom senso. 

Dizem os subscritores desta petição: "“um cão que nunca fez mal durante oito anos e atacou é porque teve algum motivo”". A ver se nos entendemos: Os motivos dos animais para matar uma criança são irrelevantes, porque as crianças não podem correr risco de vida sejam lá qual forem os motivos. A decisão de abate de um cão não é uma forma de fazer justiça (por isso os motivos pouco interessam), mas de segurança. Escrever que "a criança e o cão são os dois inocentes desta história" é pornográfico. Crianças e cães, para os humanos, não estão no mesmo nível. Nenhum animal é abatido por ser "culpado" de nada. Até porque tal conceito é inaplicável a não humanos. Um animal doméstico, se se revelar perigoso para os humanos, não podem conviver com eles. É apenas disto que se trata e não de qualquer ato de justiça. 

Diz a petição: "“Se não se abatem pessoas por cometerem erros, por roubarem, por matarem...então também não o façam com os animais!” A comparação é de tal forma grotesca que chega a ser desumana. Eu sou contra a pena de morte. Eu como carne de animais que foram abatidos. Serei incoerente ou limito-me a não comparar o incomparável? Os animais não têm, para os humanos, o mesmo estatuto das pessoas. E quem acha que têm não percebe porque consideramos a vida humana um valor absoluto e indiscutível. 

Resumo assim: a vida do humano mais asqueroso vale mais do que a vida do animal doméstico de que mais gostamos. Sempre. Tendo tido (e continuando a ter) quase sempre animais domésticos (de que gosto imenso), parece-me haver em muitos defensores mais radicais dos direitos dos animais um discurso que relativiza os direitos humanos. Porque não compreendem a sua absoluta excepcionalidade.

publicado por Santos Vaz às 19:32

08 de Janeiro de 2013





























publicado por Santos Vaz às 22:02

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