28 de Outubro de 2013

El XI Symposium del Toro de Lidia, celebrado en Zafra y en donde estuvo presente la Secretaria General de la UCTL, Dña. Isabel Carpio, se clausuró ayer recogiendo las siguientes conclusiones:

1. El toro de lidia es un animal ligeramente hipermétrope, que implica vea mejor de lejos que de cerca, y cuyos desequilibrios entre un ojo y otro influyen en el comportamiento durante la lidia.

2. La resistencia a antiparasitarios y la creciente preocupación por las consecuencias de la utilización generalizada de sustancias químicas, motivan la búsqueda de alternativas al control de las parasitosis como es la utilización de hongos del suelo.

3. Los resultados de sincronización de celos actuales permiten augurar un buen futuro pero aplicando protocolos rigurosos.

4. Existen actualmente medios y equipos razonablemente económicos, para la obtención inmediata de material seminal en las plazas, dependiendo su éxito de la rapidez y rigurosidad del procedimiento que se utilice.

5. El encierro aunque produce algunos daños hepáticos y musculares, es beneficioso para el comportamiento posterior del toro durante la lidia.

6. Por los resultados presentados sobre el enfundado actual de los cuernos, no hay diferencias en la dureza de pitones entre los animales enfundados y lo no enfundados. Sin embargo, se comprueba que los toros tienen más dureza en los pitones que los novillos.

7. Alimentar a los toros con raciones uni-feed provoca una mayor acidosis que la alimentación clásica a base de concentrados y paja, debido a la corta longitud del forraje en el alimento.

8. El tratamiento de las lesiones óseas y articulares del toro con “plasma rico en factor de crecimiento o con “suero autólogo” (Interleukina 1) acorta mucho su recuperación reduciendo en gran medida el dolor.

9. La voz y la aportación de la juventud a la Fiesta es necesaria, propiciando un punto de vista de actualización y recuperación de valores. E igualmente, el aficionado joven debe trasladar la defensa de la Fiesta a la sociedad sin complejos.

10. La fotografía descubrió para el arte la espectacularidad de la Tauromaquia a través del simbolismo del instante.

 

http://www.toroslidia.com/2013/10/28/conclusiones-del-xi-symposium-del-toro-de-lidia/

 

publicado por Santos Vaz às 21:10

02 de Maio de 2012

"...En cualquier caso, como ocurre con los grandes toreros, la imagen y el recuerdo de la grave cornada al caballo de Rui Fernandes era inevitable. Sobre todo al conocer la noticia del fallecimiento del equino, y al ver las lágrimas desconsoladas del cavaleiro portugués. Porque cuando a un rejoneador se le muere un caballo, se va también, de alguna manera, una parte de él. Porque, se nos va un fiel compañero, el que siempre estuvo ahí dispuesto para salvar al rejoneador con torería del peligro. Y, por más que sea un animal, se sufre como si fuera un amigo o alguien de tu propia familia.

Y uno, que cruzó la Puerta del Príncipe a pie, y que entró en la Maestranza mirando hacia arriba, se fue de la misma manera, con los ojos puestos en el azul del cielo de Sevilla, recordando al caballo que vino desde México para dejar su sangre torera sobre el albero dorado de la plaza. Por eso, éste, mi humilde brindis va por ti Xelín, gloria del rejoneo, que estás ya en el paraíso torero y en olimpo de los elegidos.

Rafael Peralta Revuelta, ganadero y escritor"

 


publicado por Santos Vaz às 09:06

06 de Janeiro de 2012

Morreu o cavalo Importante, estrela da quadra de Rui Salvador nas temporadas do ínicio do milénio.

 

 

 

Gostava de fazer aqui uma Homenagem muito especial!

Tive em tempos, mais propriamente de 2000 a 2002, a felicidade de ter como companheiro nos mais significativos triunfos ao longo da minha carreira Tauromáquica um extraordinário colaborador e “AMIGO” chamado IMPORTANTE…

Despedi-me hoje deste maravilhoso cavalo que nasceu com uma capacidade natural e invulgar para o Toureio, diria mesmo “ÚNICA”…

Vou agora definitivamente deixar de o ver a brincar e a guardar com a mesma autoridade com que toureou, as éguas que normalmente tinha por companhia no seu dia-a-dia…

Fico com esperança que em algum dos filhos que nos deixou, encontrar algo semelhante, que porventura me faça lembrar o “SABOR E PERFUME” do toureio deste cavalo, que por diversas vezes transformou em realidade os meus sonhos…

Vou partilhar convosco algumas fotografias e vídeos para que o possam recordar…

Rui Salvador

publicado por Santos Vaz às 20:58

03 de Janeiro de 2012

publicado por Santos Vaz às 17:57

29 de Dezembro de 2011

Presidente da Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide faz
um balanço positivo da temporada taurina mas admite que há razões para
os ganadeiros temerem o próximo ano.
1h00Nº de votos (1) Comentários (0)
Por:Joaquim Tapada

Correio da Manhã - Muitos ganadeiros dizem que criar toiros é um
negócio ruinoso. Como se justifica que não haja menos?
João Santos Andrade - Nos últimos anos o número de ganadarias
manteve-se, com algumas trocas de proprietário. Algumas espanholas
mudaram-se para cá, mas continuaram a lidar sobretudo em Espanha. Se
não fosse a grande afición e paixão, não tenho a menor dúvida que os
ganaderos diminuiriam muito.
- Quandos toiros e novilhos foram lidados nas praças portuguesas na
temporada de 2011?
- Foram lidadas 1611 reses: 1280 em corridas, 12 em novilhadas, 201 em
festivais e 118 noutros espectáculos.

- Como se compara com 2010?
- Existiu uma quebra, pois houve menos 24 espectáculos do que em 2010.
No entanto, importámos menos 35 toiros.
- A lide de toiros de ganadarias espanholas trouxe prejuízos aos
criadores portugueses?
- Este ano importámos cerca de 170 toiros. A crise reduziu muito o
número de espectáculos em Espanha, pelo que a exportação também foi
afectada. Exportámos 112 toiros quando deveriam ter saído 300.
- O bom comportamento dos toiros nacionais tem a ver com a
concorrência de Espanha?
- Os toiros portugueses sempre se portaram bem, tendo todos o anos
ganho concursos em Espanha e França. Já a maioria dos toiros
importados foi de má qualidade, pois alguns empresários procuraram o
barato em detrimento da qualidade.
- O novo regulamento, cuja publicação está para breve, irá prever a
reciprocidade com as ganadarias de Espanha, forçando a sua inscrição
na Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide?
- Vai moralizar um pouco regras de reciprocidade que já deveriam
existir há muito tempo. Uma ganadaria portuguesa que pretenda lidar em
Espanha tem primeiro que se registar no Ministério do Interior, mas
para conseguir fazer esse registo precisa de estar inscrita numa
associação espanhola e ter a sua propriedade inspeccionada. Depois,
tem que se inscrever no Livro Genealógico Espanhol e ao fim de dois
anos destes registos todos, pode começar a lidar. À luz do regulamento
que está em vigor, uma ganadaria espanhola para lidar em Portugal
apenas necessita de atravessar a fronteira e trazer o certificado do
Livro Genealógico Espanhol. Não queremos dificultar a vinda de toiros
como nos fizeram a nós, mas necessitamos de ter conhecimento dos
animais que são importados. Para isso não necessitam de estar
inscritos na nossa associação mas apenas exigimos que sejam registados
no Livro Genealógico Português. Passa-se neste momento uma situação
inconcebível, há toiros nascidos em Portugal (portanto portugueses)
cujo proprietário é espanhol e que os serviços do Livro Genealógico
Português (propriedade da Direcção-Geral de Veterinária) não tem
conhecimento que existem.
- Quantas ganadarias existem neste momento e quantos animais estão
disponíveis em 2012?
- Existem 94 ganadarias e se o número de espectáculos se mantiver
haverá um excesso de animais pouco significativo. Vai depender muito
da relação entre a importação e a exportação.
- Quais são as perspectivas para 2012 no que concerne aos interesses
dos ganadeiros?
- Estamos apreensivos, pois a situação económica é grave e o aumento
do IVA nos bilhetes é preocupante.
PERFIL
JOÃO SANTOS ANDRADE nasceu há 58 anos na cidade de Coimbra, mas vive
há várias décadas em Almeirim, no Ribatejo. Casado e pai de duas
filhas, o empresário agrícola e proprietário da Ganadaria Prudêncio,
preside desde 1985 à Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de
Lide, que representa os criadores desses animais.

publicado por Santos Vaz às 09:20

01 de Maio de 2011

 

Ferro: Pablo Hermoso de Mendonza

Filho de Gallo

 

Anglo-Luso-Árabe

Utilizado nos ferros curtos

Normalmente entrançado com fitas vermelhas e brancas

publicado por Santos Vaz às 19:57

25 de Dezembro de 2010

 

O Gabarito foi sem qualquer dúvida o melhor cavalo que tive até hoje!

Era extraordinário! Tinha, habilidade, força, agilidade e uma graça toureira que chegava ao público facilmente.

Era um gato! Não punha um pé mal posto e como grande lidador podia com qualquer toiro.

Aquilo que eu mais gostava de ter conseguido no toureeio era atingir a perfeição.

Não gosto de ser eu a dizê-lo, pois não quero que pensem que sou vaidoso, mas julgo que no meu conceito de toureio, montado neste cavalo, andei lá perto!

Uma vez no Campo Pequeno, depois de uma actuação bastante boa, ao apear-me do Gabarito, o meu pai deu-me um abraço e disse-me que nunca tinha visto um cavalo entrar tanto por um toiro dentro sem o enganar, e sair sem ser tocado!

Já tenho uma dúzia de filhos dele e todas as noites sonho que saia um igual ao pai!

 

"Embora tenha visto grandes cavalos de êxito, o Gabarito do meu filho António, dos muitos que vi, foi o melhor que vi na vida!

Dominava todas as sortes, foi um cavalo completo. Ainda hoje, depois de mais de uma dúzia de anos passados, é o cavalo que o público se lembra.

Muitas vezes, os cavalos, bons ou maus, não encontram o seu cavaleiro! Neste caso, o Gabarito e o meu filho António, faziam a parelha perfeita, pois pensavam ao mesmo tempo!"

David Ribeiro Telles

 

in www.antonioribeirotelles.com

 

 

publicado por Santos Vaz às 21:01

27 de Novembro de 2010
publicado por Santos Vaz às 22:14

24 de Outubro de 2010

 

-La calidad en la Fiesta radica en una mayor implicación por parte del sector ganadero en la economía del toro.

 

- Los elevados costes de producción del toro hacen insostenible la viabilidad de la Tauromaquia, y evitan que sea un espectáculo que pueda competir con las ofertas de ocio en el mercado.

 

- El 6% es el porcentaje de participación del sector ganadero en la actualidad, sería necesario llegar al 11% para conseguir cubrir costes de producción.

- Necesidad inminente de ajustar la oferta y la demanda.

 

- La crianza del toro debe estar orientada en la búsqueda de un toro con emoción y bravura, directamente relacionado con la mejora del espectáculo.

- La ausencia de patrocino, de inversión y de masa crítica condicionan la modernidad de la Tauromaquia.

- Transmitir un compromiso responsable y coherente ayudará a la Tauromaquia.

_ El nivel de exigencia al toro en la actualidad ha llegado a unos parámetros que no son naturales. Y puede ser calificado como fraude hacer ver al público que el toro no puede ser de otra condición.

- La ausencia de formación de las autoridades y los baremos de los veterinarios repercuten negativamente

- La atomización de los reglamentos taurinos posibilitará una coherencia y una uniformidad para cumplir los requisitos.

- La potencia económica de la Fiesta se encuentra en la búsqueda de un espectáculo de mejor calidad, basado en el toro como pilar fundamental.

- El exponencial crecimiento en el número de festejos de los últimos años no ha revertido beneficio a los ganaderos, es necesaria un ajuste oferta y demanda.

- Hay que ofrecer un espectáculo con capacidad de sorprender, más reducido.

- El exceso de conocimiento técnico de los toreros unido a una depurada selección de los toros nos ha llevado a un espectáculo predecible.

- Hay que evitar los protagonismos innecesarios de ciertos profesionales que pueden condicionar el espectáculo.

- La necesidad de una correcta exposición de los valores medioambientales de una ganadería de lidia potencia el turismo rural.

- Proyecto Taurísmo (desarrollado a través de la Mesa del Toro) abrirá las puertas de las ganaderías de lidia.

- Hay que enarbolar la bandera del mantenimiento del ecosistema dehesa en la sociedad por los valores económicos y de conservación.

- El toro de lidia es el animal que mejor se adecua a las condiciones del ecosistema dehesa.

- La creación de la marca de calidad en la carne de toro de lidia supone un aprovechamiento de las bondades de la raza de lidia, que repercute positivamente en la rentabilidad de su economía.

- El Libro Genealógico supone una herramienta de garantía de calidad y sanidad, que asegura la pureza de la raza.

- Existe la necesidad de abrir las ferias a más toreros y a más ganaderías para crear un espectáculo más variado y con más emoción.

- El toro que quieren las figuras es un toro bravo que humille y repita. Se planteó un intenso debate con dos tipos de emoción: la emoción del miedo y la emoción del bien torear, aquella donde el toro invita ser toreado y permite al torero abandonarse.

- La cría de un toro estandarizado ha conllevado la pérdida de la emoción y la eliminación de encastes.

- Debe existir un compromiso por parte de los ganaderos por criar toros con emoción y a las figuras del toreo se les debe pedir un compromiso con la Fiesta, y que hagan gestos que engrandezcan el espectáculo, aportando variedad.

- Polémica sobre la ausencia o no de verdadero periodismo taurino, a favor de la crítica taurina.

- Denuncia del intrusismo en el sector.

- El toro debe volver a ser pieza clave, donde estriba la esencia de la Fiesta, y es necesario saberlo mostrar en los medios.

- La relación de los medios de comunicación con la Fiesta se ha deteriorado en los últimos años, por un alejamiento del sector y una falta de explicación sobre el papel de cada uno de los sectores.

- Es fundamental desarrollar a través de los medios la labor pedagógica de los ganaderos, especialmente para atraer al público más joven.

- Todas las organizaciones representadas piden apoyo y confianza a todos los sectores taurinos para conseguir una verdadera Unión del mundo del toro

 

inhttp://www.burladero.com/noticias/014763/conclusiones/congreso/mundial/ganaderos

publicado por Santos Vaz às 14:37

19 de Agosto de 2010

 

 

Ferro David Ribeiro Telles

por México (Paim)

 

a tourear com Manuel Ribeiro Telles Bastos

publicado por Santos Vaz às 21:18

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